Jazz e Blues: A Combinação Harmônica Perfeita

Você já parou para pensar por que o blues de 12 compassos é o esqueleto mais robusto e, ao mesmo tempo, mais maleável da história do jazz? Como é possível que uma forma tão concisa e aparentemente simples tenha servido de tela para a expressão de gênios como Louis Armstrong, Charlie Parker e Miles Davis? Qual é o segredo dessa conexão profunda que faz a harmonia do jazz ser, na essência, “encharcada de blues”?

A resposta para essa fascinante pergunta reside em uma alquimia harmônica única. O blues não é apenas uma progressão de acordes; é um campo de forças tonais onde a melodia, muitas vezes de origem pentatônica menor, colide e se funde com uma harmonia funcional, mas recheada de acordes dominantes. Essa interação, esse casamento inesperado, gera uma tensão expressiva inconfundível que define a sonoridade tanto do blues quanto do jazz.

Imagine a harmonia tradicional, diatônica, como um jardim bem cuidado, onde cada flor (nota) tem seu lugar definido. O blues, por outro lado, é um delta de rio, onde as águas (melodia) e a terra (harmonia) se misturam de forma a criar um ecossistema novo e poderoso. É um híbrido sonoro que usa as relações funcionais familiares (Tônica, Subdominante, Dominante), mas que se liberta das amarras de um sistema puramente maior.

A Raiz do Som: Melodia Pentatônica Menor sobre Harmonia Diatônica

Podemos começar a desvendar esse enigma com uma observação fundamental: a harmonia do blues nasce da combinação de melodias pentatônicas menores sobre acordes maiores de tônica (I), subdominante (IV) e dominante (V).

O que essa mistura gera? Gera o que chamamos de cor dominante em todos os principais pilares da progressão. Quando, por exemplo, em Dó Maior, uma melodia em Dó pentatônica menor é tocada sobre os acordes de I (Dó Maior), IV (Fá Maior) e V (Sol Maior), o resultado natural é que todos esses acordes assumam a qualidade de sétima da dominante (I7, IV7, V7).

A progressão triádica se transforma em C7, F7 e G7 (no tom de Dó) simplesmente pela tensão gerada entre a melodia e a harmonia.

  • Sobre o acorde I7 (C7): O I pentatônico menor (Dó, Mi♭, Fá, Sol, Si♭) gera a sétima menor (B♭) e a nona aumentada (D♯ ou E♭) contra o acorde C7. O Mi♭ da melodia soa como o ♭9 do acorde C7 (embora a melodia pentatônica menor seja geralmente referida como a ♭3).
  • Sobre o acorde IV7 (F7): As notas da pentatônica menor de C (Dó, E♭, Fá, Sol, B♭) geram a 9 (G), a ♭7 (E♭) e a 5 (C) contra o acorde F7.
  • Sobre o acorde V7 (G7): As notas da pentatônica de C criam a ♭13 (E♭), a ♭7 (F) e a 9 (A) contra o acorde G7.

A beleza e a cor melódico-harmônica rica do blues residem na forma como essas tensões e notas de acorde se alternam com a repetição de uma célula melódica (o riff) sobre as mudanças de função harmônica. Esse ♭9 no acorde I7 e a 9 no IV7 são elementos característicos da imensa maioria do blues.

O mais interessante é que essa sonoridade não se encaixa em nenhuma escala ou modo ocidental padrão. Não há uma única escala diatônica que produza I7, IV7 e V7 de forma convencional. O blues opera em uma camada harmônica funcional, mas com uma camada melódica independente que cria as tensões sonoras características.


A Falsa Simplicidade: A Escala do Blues é um Espectro

A ideia de que existe “A Escala do Blues” é, na verdade, um mito. O que existe é uma variedade de escalas que compartilham características comuns e que são apropriadas para diferentes estilos de blues.

A pentatônica menor é, sem dúvida, o conjunto de notas melódicas básico para as formas mais simples do blues. Mesmo sendo uma escala menor, ela é o som fundamental nas melodias do blues em tom maior. Seu uso define um novo conjunto de regras sobre o que soa aceitável em um acorde de tônica ou subdominante.

No entanto, a prática da performance do blues, a arte de cantores e instrumentistas, é o que torna tudo mais complexo e expressivo. O ato de “dobrar” as notas (bending pitches), especialmente a terça (3) e a sétima (7), borra a distinção entre maior e menor, introduzindo as famosas “blue notes.

  1. A Terça Oscilante (♭3/3): Na tônica I7, há uma tensão constante entre a terça maior (do acorde de acompanhamento) e a nona aumentada (♭3 da pentatônica) na melodia. O músico pode enfatizar o maior, o menor ou “dobrar” a nota, aproximando o ♯9 da 3 maior, adicionando um tempero único.
  2. A Quinta Diminuta (♭5): A inclusão da quinta diminuta (♭5) é outro marco das blue notes. Em um contexto diatônico, essa nota seria extremamente dissonante contra os três acordes básicos (I, IV, V), soando como um trítono contra a tônica. Mas no blues, a força do acorde dominante e a melodia pentatônica permitem essa tensão muito maior, sendo aceitável até mesmo em tempos fortes, muitas vezes com um pitch bend microtonal para se aproximar da 5 justa.

Com a inclusão dessas variações, a escala começa a se expandir: 1,(♭3/3),4,(♭5/5),5,♭7. Em muitas performances, o executante tem a liberdade de se inclinar para o 3 ou ♭3, 5 ou ♭5, dependendo de seu desejo expressivo, enquanto a harmonia de acompanhamento se mantém sólida e inequívoca.

O Blues Pentatônico Maior e a Escala Completa

Há também variações que soam mais distintamente maiores. O “blues major pentatonic” (1,2,(♭3/3),5,6) foi extensivamente usado no early New Orleans jazz e por pianistas de boogie-woogie.

Com todas as possibilidades de blue notes e flexibilidade de afinação, chegamos a uma “escala de blues mais completa” que toca em quase todas as doze notas da oitava. É a solidez da progressão harmônica básica (os I, IV e V) que garante que a música soe centrada em uma tonalidade, apesar da riqueza de recursos melódicos. A complexidade e as sutilezas de afinação (os pitch bends) são elementos cruciais que estão na intersecção da linguagem do blues com o repertório popular da época, o que está no cerne do desenvolvimento do jazz e sua harmonia.


Progressões Blues: O Ponto de Partida e suas Mutações

A progressão do blues de 12 compassos é o modelo estrutural que sobrevive a todas as variações harmônicas. Em sua forma mais simples, é estruturada em três frases de 4 compassos, cada uma com sua própria ênfase e ritmo harmônico:

  1. Frase 1 (Compassos 1-4): Tônica (I7)
  2. Frase 2 (Compassos 5-8): Subdominante (IV7) para Tônica (I7)
  3. Frase 3 (Compassos 9-12): Dominante (V7) para Subdominante (IV7) para Tônica (I7)

Essa estrutura fundamental cria uma dinâmica de aumento gradual de tensão e liberação. A harmonia se intensifica progressivamente a cada frase (primeiro tônica, depois subdominante, depois dominante), relaxando sempre de volta à tônica, o que gera um apelo duradouro e uma jornada harmônica satisfatória.

É crucial entender que, embora todos os acordes do blues básico tenham qualidade de dominante (I7, IV7, V7), apenas o V7 possui função de dominante.

  • O I7 não deve ser confundido com um dominante secundário (V7/IV), pois sua posição e duração (ocupando toda a primeira frase) confirmam sua importância estrutural como tônica.
  • O IV7 é um acorde de subdominante que possui apenas a cor dominante (a sétima menor), mas não a tendência de resolução.

A função harmônica dos acordes I, IV e V no blues é independente de sua qualidade de sétima da dominante. A maneira como são dispostos na forma—posição, duração, movimento de raiz e ritmo harmônico—cria uma progressão funcional que sobrepõe a tendência resolutiva dos acordes dominantes. Este é um processo que nasceu no blues e se espalhou amplamente no jazz e em outros estilos.

As Primeiras Variações: Cadências e a Introdução Diatônica

A variação mais comum e icônica do blues (que serve de base para centenas de canções desde o rock ‘n’ roll ) adiciona um acorde de subdominante (IV7) no compasso 2 e um dominante (V7) no compasso 12 (este último usado apenas nas repetições, para recarregar o ímpeto ):

  • Compassos 1-4: I7∣IV7∣I7∣I7
  • Compassos 5-8: IV7∣IV7∣I7∣I7
  • Compassos 9-12: V7∣IV7∣I7∣(V7)

Essa progressão é notável pelo seu movimento funcional retrogressivo na cadência. O movimento Dominante (V7) – Subdominante (IV7) – Tônica (I7) no final é característico e importante. Em vez de uma resolução dominante direta (como nas canções populares clássicas), a tensão é liberada mais gradualmente, com o IV7 no compasso 10 “suavizando” o retorno ao I7.

Este trecho de 2 compassos é um terreno fértil para variações. A mais significativa é a substituição do V7 e IV7 nos compassos 9-10 por uma progressão II−7∣V7:

  • Compassos 9-10 (Variação): II−7∣V7 (Em C, D−7∣G7)

Essa simples substituição introduz a linguagem diatônica de tonalidade maior no blues, abrindo as “comportas” para todo o arsenal de variações cromáticas do jazz. O II−7∣V7 é o que torna o blues compatível com a complexidade harmônica do Great American Songbook.


Blues no Jazz: O Mundo Chromático e a Explosão Bebop

A progressão blues se torna uma entidade proteana—mutável e adaptável. Músicos de jazz usam os acordes I, IV e V como “pilares de guia” para construir iterações progressivamente mais cromáticas.

Dominantes Secundários, II Relacionados e SubV’s

O longo trecho de tônica (I7) nos compassos 1 a 4 cria uma grande tensão harmônica. Para intensificá-la, podemos:

  1. V7/IV no Compassos 4: Inserir um II relacionado (como G−7) no compasso 4, reformulando o I7 do compasso 4 como um verdadeiro V7/IV (Dominante Secundário para o IV).
  2. V7/II no Compassos 8: O II−7 no compasso 9 é um alvo convidativo para um dominante secundário (V7/II), que é comumente precedido por seu II relacionado (como E−7(♭9)∣A7 no compasso 8). O E−7 compartilha três notas comuns com o C7 tônico, preparando sutilmente o alvo menor.
  3. Turnaround Dominante Estendido: Adicionar uma série estendida de dominantes nos compassos finais (o turnaround) cria um impulso poderoso de volta ao topo da forma, como: E7∣A7∣D7∣G7 (Dominantes para A−7, D−7, G7).

Além disso, qualquer dominante secundário (V7) pode ser substituído por seu Substituto de Dominante (subV ou Trıˊtono Substituto).

  • subV7/IV: O V7/IV (Dó 7) pode ser substituído por G♭7.
  • subV7/II: O V7/II (Lá 7) pode ser substituído por E♭7.

O uso desses artifícios (Dominantes Secundários, II’s Relacionados e subV’s) nos conduz à complexidade do Bebop Blues.

O Bebop Blues: O Exemplo de “Blues for Alice

O Bebop, com suas harmonizações elaboradas, gerou blues heads (temas) que eram abertamente verticais e soavam as escalas de acorde para cada mudança da progressão.

O Bebop Blues, exemplificado por canções como Blues for Alice de Charlie Parker, utiliza acordes de seˊtima maior (IMaj7), II’s relacionados e intercâmbio modal na área da subdominante. Isso resulta em uma progressão com um movimento de raiz cromático descendente implacável que retém apenas o esboço mais tênue do blues original.


Outras Formas: O Blues Menor e o Blues de 16 Compassos

Embora o blues de 12 compassos seja a estrutura icônica, variações de 8 ou 16 compassos aparecem ocasionalmente. O blues estendido de 16 compassos é geralmente alcançado através da repetição do turnaround dos compassos 9-10. Exemplos notáveis incluem “Watermelon Man” de Herbie Hancock e “Step Lightly” de Joe Henderson.

O Blues Menor é outra variação importante, embora menos comum na prática contemporânea. A versão básica é uma variação pura do modo Eólio. Em Dó menor, a progressão básica de 12 compassos (Figura 6.17 ) é:

  1. Compassos 1-4: I−7∣IV−7∣I−7∣I−7 (C−7∣F−7∣C−7∣C−7)
  2. Compassos 5-8: IV−7∣IV−7∣I−7∣I−7 (F−7∣F−7∣C−7∣C−7)
  3. Compassos 9-12: V−7∣IV−7∣I−7∣V−7 (G−7∣F−7∣C−7∣G−7)

O blues menor frequentemente incorpora uma variação do subdominante-dominante turnaround nos compassos 9-10. O Equinox” de John Coltrane é um excelente exemplo de blues menor, usando dóricas nos acordes I−7 e IV−7, e um poderoso subV/V (substituto de dominante para o dominante) resolvendo para o V7 de volta à tônica. O uso do subV/V (por exemplo, A♭7 em C menor) sugere a escala Lídio ♭7 para o improvisador.

O blues, em todas as suas formas e variações, prova ser o modelo funcional essencial que suporta toda a complexidade do jazz. Sua capacidade de se expandir de uma simples melodia pentatônica sobre três acordes a uma progressão cromática de doze compassos que beira o atonal, é a prova de sua flexibilidade e poder expressivo.

E você, qual variação do blues acha a mais expressiva para a improvisação? A força bruta do I7, IV7, V7 tradicional ou a complexidade cromática do bebop blues?

Referências

The Berklee Book of Jazz Harmony. Livro

Escalas para improvisação: Em todos os tons para vários instrumentos . Livro 144 páginas

Música Nordestina: Arranjos e histórias sobre a Canção Feira de Mangaio de Sivuca e Glorinha Gadelha.

Se você não é nordestino como eu, já deve ter se perguntado: O que é a feira de Mangaio? Antes de falarmos sobre a música, vamos fazer uma viagem ao nordeste brasileiro para descobrir o seu significado.

A palavra original no dicionário é mangalho que refere-se a produtos de pequena lavoura e da indústria doméstica vendidos nas feiras e mercados do interior (Dicionário Aurélio). A forma de falar do interior do nordeste brasileiro alterou a palavra para mangaio. Sivuca e Glorinha Gadelha consagram o termo em sua obra-prima Feira de Mangaio.

A história da Música

Glorinha e Sivuca moravam em Nova York na década de 1970 e frente à grande movimentação na cidade tinham saudades das feiras de Itabaiana na Paraíba. Glorinha conta que escrevia a letra em qualquer papel que estivesse à mão e que usou até guardanapos de uma lanchonete de Nova York quando começaram sua primeira composição juntos.

A letra de Feira de Mangaio traz o regionalismo típico do nordeste, com palavras usadas na linguagem coloquial. A própria palavra mangaio, d´á origem a outros vocábulos como mangaieiro, que é o feirante que ali trabalha o dia todo e de vez em quando vai tomar sua cachacinha comendo lambu assado, outra palavra que em outras localidades é conhecida como nhambúm nambu ou Inhambu e é uma ave. O loambu assado, é um prato típico da região onde Sivuca nasceu.

Outros regionalismos são cabresto de cavalo, também comum em outras regiões é um tipo de corda que se utiliza para obter o controle do animal, fazendo-o olhar em determinada região. Já rabichola é uma tira de couro, usada para segurar um tipo de sela em animais de carga. A música traz ainda o verbo xaxar que significa roçar, ou preparar o campo para o plantio. Outra expressão pouco comum é alpargata de arrasto que é um calçado feito de tecido e sola de borracha ou corda. A expressão de arrasto sugere que o calçado é usado de forma a arrastá-la pelo chão de forma relaxada ou casual ou ainda significando que a ocasião está muito boa e não dá vontade ir embora.

Letra da Música

Fumo de rolo, arreio de cangaia
E eu tenho pra vender, quem quer comprar?
Bolo de milho, broa e cocada
Eu tenho pra vender, quem quer comprar?

Pé de moleque, alecrim, canela
Moleque, sai daqui! Me deixa trabaiar
E Zé saiu correndo pra feira de pássaros
E foi pássaro voando pra todo lugar

Tinha uma vendinha no canto da rua
Onde o mangaieiro ia se animar
Tomar uma bicada com lambu assado
E olhar pra Maria do Joá

Cabresto de cavalo e rabichola
Eu tenho pra vender, quem quer comprar?
Farinha, rapadura, e graviola
Eu tenho pra vender, quem quer comprar?

Pavio de candeeiro, panela de barro
Menino, eu vou-me embora, tenho que voltar
Xaxar o meu roçado que nem boi de carro
Alpargata de arrasto não quer me levar

Porque tem um sanfoneiro no canto da rua
Fazendo floreio pra gente dançar
Tem o Zefa de Purcina fazendo renda
E o ronco do fole sem parar

Mas é que tem um sanfoneiro no canto da rua
Fazendo floreio pra gente dançar
Tem o Zefa de Purcina fazendo renda
E o ronco do fole sem parar

Fumo de rolo, arreio de cangalha
Eu tenho pra vender, quem quer comprar?
Bolo de milho, broa e cocada
Eu tenho pra vender, quem quer comprar?

Pé de moleque, alecrim, canela
Moleque, sai daqui! Me deixa trabaiar
E Zé saiu correndo pra feira de pássaros
E foi pássaro voando em todo lugar

Tinha uma vendinha no canto da rua
Onde o mangaieiro ia se animar
Tomar uma bicada com lambu assado
E olhar pra Maria do Joá

Mas é que tem um sanfoneiro no canto da rua
Fazendo floreio pra gente dançar
Tem o Zefa de Purcina fazendo renda
E o ronco do fole sem parar

Curiosidades

Uma curiosidade é o nome artístico Sivuca. Você pode se perguntar : Por que Sivuca? Ele conta em entrevistas que quando começou sua carreira musical, foi até à radio de Itabaiana para se inscrever no programa de calouros. Ali conheceu o Maestro Nelson Ferreira. Após tocar diversas música, o maestro ficou espantado e disse: Mas vocÇe quer participar de programa de calouro tocando desse jeito? Nós vamos fazer um programa aqui amanhã. Chamou então o produtor e arranjou tudo para que o programa acontecesse. No entanto, o diretor da rádio, Sr. Arnaldo Moreira Pinto comentou que o nome dele, Severino Dias de Oliveira, parecia nome de empresa do interior. Nelson então propôs chamá-lo de Sivuca. Si faz referência a Severino e vuca ao vuco-vuco da sanfona. Assim nasceu o nome artístico Sivuca.

Arranjo para Violão e Bandolim

Originalmente Feira de Mangaio é uma música tocada com sanfona, mas neste post gostaria de apresentar uma versão para Bandolim e violão e outra para violino e violão.

Os arranjos mantém a melodia original, mas trazem uma alternativa interessante para apresentações com instrumentos de cordas ou para casos em que a banda não tenha sanfoneiros.

Arranjo para Violino e Violão

Versão para Violino e Violão

Você pode adquirir a partitura desse arranjo clicando no botão e será direcionaod para o site de partituras SheetMusicDirect.com. Nesta versão do arranjo, a partitura traz um arquivo em PDF contendo a partitura completa com os dois instrumentos e mostrando também a tablatura com acordes para violão. No mesmo arquivo você também encontra as partes em separado, sendo que a partitura do violão traz também a tablatura.

Arranjo para Bandolim e Violão

Versão para Bandolim e Violão

Nesta versão para Bandolim, além da tablatura para violão, o arquivo em pdf também traz a tablatura para bandolim. Da mesma forma que o arranjo anterior, o arquivo em PDF traz a versão completa, neste caso com partituras e tablaturas para ambos instrumentos, além das partes em separado.

Música sem Segredos
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.