" />

Guitar Pro 6 XL Edition

Crie e edite suas tabladuras

Crie e edite suas Tabladuras e arranjos de forma rápida e fácil.

Aprenda a editar partituras com o Musescore (Open Source software)

AudioScore Ultimate 7

Converta músicas no formato MP3 e faixas de CD em partituras digitais

Posts marcados guitarra

Aproveite: Todos os cursos do site Udemy com promoção até o dia 22/06/2017

Aproveite: Todos os cursos do site Udemy com promoção até o dia 22/06/2017

O site da Udemy cursos está com promoção até o dia 22 deste mês. Para pagantes em dólar, qualquer curso por US 10 e para pagantes em reais os cursos são vendidos por R$25. Clique no link a seguir e confira as promoções. Diversos cursos de música em diversos idiomas em uma plataforma segura e com reembolso até 30 dias em caso de  o cursos não corresponder às expectativas do comprador.

JuneSitewide#2-Discount:Courses as low as $10 for all users-CouponCode:J17UDEMY203-StartDate:6/14/2017EndDate:6/22/2017

 

Generic Category (Portuguese)640x480

O que são dominantes secundários?

dominantes secundários

dominantes secundáriosAcordes dominantes secundários são os acordes que preparam os graus diatônicos. Calma, não se desespere se não sabe o que são graus diatônicos! Os graus diatônicos de uma escala são as notas que formam a escala e estão dentro de uma mesma tonalidade. Por exemplo, se estamos em dó maior o primeiro grau da escala é dó, segundo é ré e assim sucessivamente, sendo todos naturais, já que na armadura de dó maior não há nenhum acidente. Já no tom de ré maior, as notas diatônicas são ré, mi, fá sustenido, sol, lá, si e dó sustenido. Se ficou com dúvida dá uma olhada na nossa página de dicas  sobre tonalidades (Link).

Da mesma forma que temos uma escala de notas, podemos montar uma escala de acordes dentro do campo harmônico de cada tonalidade (dê uma olhada no nosso post de campos harmônicos- Link). Para simplificar, a dominante é a quinta nota da escala ou no caso da escala de acordes é o quinto grau da escala. Em dó maior seria o sol com sétima (G7), em ré maior seria o lá com sétima (A7). Assim como a dominante prepara a tônica que é o primeiro grau da escala, os dominantes secundários são as quintas de cada acorde. Assim, no campo harmônico de dó maior para ir de C para Dm, posso preparar com o A7 que é a quinta de ré, para ir de Dm para Em, preparamos com o B7 que é a quinta de E, de Em para F preparamos com o C7 que é a quinta de F, de F para G preparamos com D7 que é quinta de G e de G para Am preparamos com E7 que é a quinta de A. O único grau da escala que não é usual prepararmos com acorde dominante secundário é o sétimo grau no caso do campo harmônico de dó maior, seria o B meio diminuto por ser um acorde instável. Além disso, sua quinta é o fá sustenido que não é diatônica do tom de dó maior.

Aprenda violão Popular – Garantia de reembolso

iconNa música saudades da Bahia de Dorival Caymmi, há alguns trechos com uma sequência de dominantes secundários. Do compasso 11 até o final do trecho abaixo temos as seguintes sequências de acordes: Gm7 preparando C7 que por sua vez prepara F7 que prepara Bb7 que prepara Eb.

 

Sax Solos: Learn how to Perform Three Fun and Unique Pieces!

O que é Walking Bass?

O Walking bass também conhecido como baixo andante, é um estilo bastante utilizado no jazz que cria uma sensação de movimento, ou de caminhada na linha do baixo, e daí seu nome de baixo andante. Embora bastante utilizado no jazz este estilo de baixo já era utilizado na música clássica barroca. Mas vamos falar de atualidades e de música popular.

Vou deixar aqui uma fórmula simples postada em um dos vídeos do Prof. Nelson Faria ( Link para o vídeo) em quatro por quatro que consiste em tocar uma nota do baixo para cada tempo do compasso seguindo a seguinte sequência: Fundamental, quinta abaixo da fundamental, fundamental novamente e uma nota de passagem que pode estar um semitom acima ou abaixo da próxima nota do acorde. Não é recomendado tocar uma quinta acima da fundamental, então na impossibilidade de executar a quinta prefira manter a fundamental e depois tocar uma nota de passagem.

Aprenda configurar os Pedais de efeito mais usados no Contrabaixo

Resolvi seguir a mesma sequência de acordes do Prof. Nelson em iniciando em o primeiro compasso em Mi menor, o segundo compasso em  lá com sétima em seguida Ré maior e por fim si com sétima que prepara para o acorde de mi menor repetindo o ciclo.

Ao escrever o exemplo na partitura mantive a levada do jazz que subdivide cada tempo do compasso em três destacando a última subdivisão. Para isso usei tercinas para obter o swing no playback.

Aprenda a modular de um tom a outro – Fórmulas de Modulação

No nosso post anterior começamos a falar sobre modulação. Neste vamos exemplificar como a modulação de um tom para outro pode ser feita com encadeamentos de acordes de sétima da dominante onde o acorde que precede é sempre a quinta com sétima do acorde que o segue. No primeiro compasso iniciamos com C7 que é a quinta de fá, usamos então o F7 que é a quinta de Bb7 que por sua vez é a quinta de Eb7 e assim sucessivamente. Desta forma temos uma sequência que passa pelos 12 tons fechando o ciclo das modulações no acorde final de C6 (a sexta aqui é apenas um jazzístico, poderia ser o acorde maior sem problemas).

Pop and Jazz Keyboards and Harmony (beginner level) CURSO EM INGLÊS

Vale apena comentar que no quarto compasso, o acorde de Cb7 é enarmônico do acorde de B7. A mudança de notação aqui é para simplificar a notação no pentagrama conectando o lado dos bemóis ao lado dos sustenidos no ciclo das quintas. Fizemos então a ligadura dos dois acordes já que possuem o mesmo som.

A seguir compartilhamos algumas fórmulas modulantes de acordo com o intervalo formado entre as notas das duas tonalidades. Os exemplos estão na tonalidade de dó maior e logo abaixo de cada fórmula listamos a nomenclatura em graus da escala maior. Estes exemplos podem ser transpostos para as tonalidades de seu interesse.

 

Referência Bibliográfica: Jazz Harmonia. Koellretter, H.J. 1960.

Aprenda usar o MuseScore para editar suas partituras- CURSO EM PORTUGUÊS

 

Dia das Mães! Produtos com até 30% de desconto

O que é Modulação?

Modulação é a mudança de tonalidade no decorrer da canção (composição). Na música clássica podemos ter uma peça pequena que começa e termina no mesmo tom, no entanto, composições mais longa podem ficar entediantes sem mudanças de tonalidades. Arnold Schoenberg, um dos mais conhecidos compositores do século XX compara a modulação com a mudança de cenário em uma peça de teatro.

A música popular pode ou não trabalhar com modulações. A parte final da música Olê Olá de Chico Buarque possui modulações cromáticas, ou seja, de meio em meio tom. A partitura a seguir exemplifica esta modulação trazendo a melodia, cifras e o baixo que marca bem as alterações nas tonalidades.

Ouça o trecho da música a seguir.

Há várias técnicas para modulações, no entanto o mais usado e considerado uma das melhores é o uso de acordes de sétima da dominante ou acordes de sétima da dominante com quinta aumentada. São usuais também os acordes de nona e de sexta da dominante. No modo menor emprega-se também frequentemente os acorde de sétima diminuta ou meio diminuta.

O que é Timbre?

Um dos significados da palavra timbre é originária do francês e significa carimbo ou marca. Na música, pode significar um tipo de instrumento de percussão antigo ou ainda a pele de baixo de um tambor. Na composição, timbre tem mais o sentido de marca, pois caracteriza o som de um instrumento ou voz ainda que esteja emitindo a nota na mesma frequência de outro.

Quando tocamos a nota lá logo após o dó central no piano temos uma nota que está vibrando a uma frequência de 440 Hz. Podemos tocar a mesma nota, na mesma frequência no violão, violino, podemos cantar na mesma frequência, mas o som produzido em cada situação terá uma característica diferente, é como  falar em cor do som, ou um brilho que difere cada instrumento ainda que estejam tocando a mesma nota.

A maneira mais fácil de visualizar estas diferenças é obaserva o desenho ou gráfico formado no fonograma ao se gravar a mesma nota em diferentes instrumentos.

Desta forma, é o timbre do instrumento é a sua marca, ou seu DNA. São estas diferenças que enriquecem a composição e possibilitam a riqueza de sons em uma banda, coral ou orquestra.

Aprenda a escrever partituras com o MuseScore

O MuseScore é um software de código aberto para edição de partituras. Com ele é possível fazer arranjos, escrever partituras, executar a partitura e tocar junto, imprimi-la, gerar  arquivos de midi ou áudio e muito mais.

Este software é uma alternativa aos softwares pagos e uma excelente ferramenta para músicos, professores de música, arranjadores ou qualquer pessoa que ame música!

Lançamos  na plataforma Udemy um curso básico para quem quer aprender a usar o programa. Gratuito…. por enquanto!!

 

O que são acordes SUS ou suspensos?

Acordes suspensos

Sus é a abreviação para suspenso. Um acorde suspenso não é  maior nem menor, pois a suspensão refere-se à terça. Como é a terça que caracteriza o acorde como maior ou menor, a ausência dela caracteriza um acorde suspenso. Desta forma, um Power chord que possui apenas tônica e quinta é um acorde suspenso, pois não possui a terça. No caso dos Power chords, não levam o SUS na cifra, já que são cifrados com um número 5. Assim, o Power chord de dó é C5. Os acordes que levam SUS na cifra são os que além de suspender a terça, a substitui por outra nota que pode ser a quarta (Sus 4) ou a segunda (Sus 2).

Os acordes sus4 ( Csus4)não devem ser confundidos com os acordes com quarta adicionada (C4 ou Cadd4), já quando adicionamos a quarta nos acordes com quarta adicionada não removemos a terça. Este acorde é bastante dissonante, já que a terça conflita com a quarta devido a separação de um semitom entre elas.

Veja o vídeo abaixo para mais informações!
abc do Violão e Guitarra – Curso básico EM PORTUGUÊS
icon

 

Curso Como ler símbolos de acordes de forma visual e intuitiva  (EM INGLÊS)

Learn to read chord symbols in a visual and intuitive way using real music

6 horas de curso para nível intermediário com garantia de devolução do dinheiro em 30 dias, caso não seja o que está procurando.

Clique na imagem para ir para a página do curso.

 

Por que alguns intervalos são justos e outros são maiores ou menores?

sexta menor

Você já se perguntou por que alguns intervalos são maiores e menores e outros são justos? Durante muito tempo eu decorei que os intervalos de segunda, de terças e sextas e sétima são maiores ou menores e os de quartas, quintas e oitavas são justos. Mas por quê?

A explicação está na distância em semitons que os intervalos ascendentes e descendentes possuem. Vamos pensar na escala de dó maior. O intervalo de dó a ré é ascendente e possui uma distância de 2 semitons. É um intervalo de segunda porque passamos por duas notas o dó e o ré (lembrando que na escala de dó maior não há nenhum acidente, ou seja, nenhum sustenido ou bemol). Se fizermos a escala descendente temos do, si sendo um intervalo de segunda descendente cuja distância é de apenas um semitom. Então para diferenciar temos que o primeiro é um intervalo de segunda maior e o segundo um intervalo de segunda menor.

Agora prestem atenção nos intervalos de quarta ascendente e descendente. Como intervalo de quarta ascendente temos de dó a fá cuja distância é de cinco semitons. Se tomarmos o intervalo de quarta descendente que é a distância entre a nota dó e sol temos também a distância de cinco semitons.

Se fizermos a mesma análise para os intervalos de terça ascendente que é de dó a mi e descendente que é de dó  a lá, temos que o intervalo de do a mi ascendente tem uma distância de 4 semitons e o intervalo de terça descendente tem apenas 3 semitons. Para diferenciar chamamos o primeiro de terça maior e o segundo de terça menor.

Para os intervalos de sexta ascendentes temos uma distância de 9 semitons ( de dó a lá) e o descendente (de dó a mi) tem uma distância de apenas 8 semitons. Para os de sétima ascendente ( de dó a si) temos 11 semitons e para o de sétima descendente ( de dó a ré) apenas 10 semitons.

Fazendo a mesma análise para o intervalo de quinta temos que a distância entre o intervalo de quinta ascendente (de dó a sol) é de 7 semitons e o descendente (de dó a fá) é também de 7 semitons e por isso é chamado de quinta justa. O de oitava possui a distância de 12 semitons de dó a dó independente da direção.

É por essa razão que chamamos alguns intervalos de maiores e menores e outros de justos.

Entendendo o sistema CAGED

CAGED é a abreviação para os acordes de dó (C ), lá (A), sol(G), mi (E) e ré (D). Na verdade, indicam cinco configurações diferentes para qualquer acorde no braço do violão ou guitarra. O acorde de dó maior é a primeira delas. Quando feito a partir da primeira casa vai soar como dó maior, no entanto, se colocamos uma pestana ou um capotraste no braço do instrumento prendendo todas as cordas no primeiro traste (ou casa), temos o acorde de dó sustenido maior e quando “escorregamos”  de traste em traste alteramos o acorde de meio em meio tom.

O mesmo vale para a configuração de lá maior que quando movida três trastes acima produz o mesmo acorde de dó maior. A configuração em Mi (E) feita a partir do primeiro traste produz o acorde de mi maior, mas se movida sete trastes acima formará o mesmo acorde de dó maior com pestana na casa oito.

As figuras a seguir mostram exemplos das cinco configurações ou cinco fôrmas.

Exemplo do sistema CAGED nas configurações de C e A

Na primeira figura temos os acordes de  dó maior (C) e lá maior (A) como referência. Movendo o acorde de C duas casas ou um tom acima, formamos o acorde de ré maior e movendo mais um tom ou duas casas acima temos o acorde de mi maior (E). A p´roxima fôrma é o A, então, movendo o acorde de lá maior (A) meio tom acima temos o acorde de Si maior (B) e movendo mais meio tom temos o acorde de dó maior. Podemos repetir este procedimento para todos os trastes do violão ou da guitarra.

Exemplo nas configurações de G, E e D.

No caso do acorde de sol (G) há algumas variações possíveis para facilitar sua digitação, porém, ele segue a mesma regra. a figura acima mostra os acordes de lá maior (A) feito usando a fôrma de G. Na sequência temos o acorde de sol maior (G) na fôrma de mi e o acorde de mi maior (E) na forma de D.

O mesmo vale para todas as variações dos acordes. Assim, um acorde de lá menor segue a configuração (A) na posição menor, produzindo lá sustenido menor ou si bemol menor com pestana na primeira casa e dó menor com pestana na terceira.

O vídeo a seguir exemplifica o uso do sistema CAGED para o acorde de dó maior.

Cursos de Guitarra (EM INGLÊS)

Guitar Super System Level 1

Clique na foto para ir para a página do curso

=========================================================

Guitar Super System Level 2

Clique na foto para ir para a página do curso

Categorias

Calendário de Posts

junho 2017
D S T Q Q S S
« maio    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
252627282930  

Curso How to build Course – Em Inglês

Curso Como construir Acordes – Português