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O que são dominantes secundários?

dominantes secundários

dominantes secundáriosAcordes dominantes secundários são os acordes que preparam os graus diatônicos. Calma, não se desespere se não sabe o que são graus diatônicos! Os graus diatônicos de uma escala são as notas que formam a escala e estão dentro de uma mesma tonalidade. Por exemplo, se estamos em dó maior o primeiro grau da escala é dó, segundo é ré e assim sucessivamente, sendo todos naturais, já que na armadura de dó maior não há nenhum acidente. Já no tom de ré maior, as notas diatônicas são ré, mi, fá sustenido, sol, lá, si e dó sustenido. Se ficou com dúvida dá uma olhada na nossa página de dicas  sobre tonalidades (Link).

Da mesma forma que temos uma escala de notas, podemos montar uma escala de acordes dentro do campo harmônico de cada tonalidade (dê uma olhada no nosso post de campos harmônicos- Link). Para simplificar, a dominante é a quinta nota da escala ou no caso da escala de acordes é o quinto grau da escala. Em dó maior seria o sol com sétima (G7), em ré maior seria o lá com sétima (A7). Assim como a dominante prepara a tônica que é o primeiro grau da escala, os dominantes secundários são as quintas de cada acorde. Assim, no campo harmônico de dó maior para ir de C para Dm, posso preparar com o A7 que é a quinta de ré, para ir de Dm para Em, preparamos com o B7 que é a quinta de E, de Em para F preparamos com o C7 que é a quinta de F, de F para G preparamos com D7 que é quinta de G e de G para Am preparamos com E7 que é a quinta de A. O único grau da escala que não é usual prepararmos com acorde dominante secundário é o sétimo grau no caso do campo harmônico de dó maior, seria o B meio diminuto por ser um acorde instável. Além disso, sua quinta é o fá sustenido que não é diatônica do tom de dó maior.

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iconNa música saudades da Bahia de Dorival Caymmi, há alguns trechos com uma sequência de dominantes secundários. Do compasso 11 até o final do trecho abaixo temos as seguintes sequências de acordes: Gm7 preparando C7 que por sua vez prepara F7 que prepara Bb7 que prepara Eb.

 

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Aprenda a escrever partituras com o MuseScore

O MuseScore é um software de código aberto para edição de partituras. Com ele é possível fazer arranjos, escrever partituras, executar a partitura e tocar junto, imprimi-la, gerar  arquivos de midi ou áudio e muito mais.

Este software é uma alternativa aos softwares pagos e uma excelente ferramenta para músicos, professores de música, arranjadores ou qualquer pessoa que ame música!

Lançamos  na plataforma Udemy um curso básico para quem quer aprender a usar o programa. Gratuito…. por enquanto!!

 

Por que alguns intervalos são justos e outros são maiores ou menores?

sexta menor

Você já se perguntou por que alguns intervalos são maiores e menores e outros são justos? Durante muito tempo eu decorei que os intervalos de segunda, de terças e sextas e sétima são maiores ou menores e os de quartas, quintas e oitavas são justos. Mas por quê?

A explicação está na distância em semitons que os intervalos ascendentes e descendentes possuem. Vamos pensar na escala de dó maior. O intervalo de dó a ré é ascendente e possui uma distância de 2 semitons. É um intervalo de segunda porque passamos por duas notas o dó e o ré (lembrando que na escala de dó maior não há nenhum acidente, ou seja, nenhum sustenido ou bemol). Se fizermos a escala descendente temos do, si sendo um intervalo de segunda descendente cuja distância é de apenas um semitom. Então para diferenciar temos que o primeiro é um intervalo de segunda maior e o segundo um intervalo de segunda menor.

Agora prestem atenção nos intervalos de quarta ascendente e descendente. Como intervalo de quarta ascendente temos de dó a fá cuja distância é de cinco semitons. Se tomarmos o intervalo de quarta descendente que é a distância entre a nota dó e sol temos também a distância de cinco semitons.

Se fizermos a mesma análise para os intervalos de terça ascendente que é de dó a mi e descendente que é de dó  a lá, temos que o intervalo de do a mi ascendente tem uma distância de 4 semitons e o intervalo de terça descendente tem apenas 3 semitons. Para diferenciar chamamos o primeiro de terça maior e o segundo de terça menor.

Para os intervalos de sexta ascendentes temos uma distância de 9 semitons ( de dó a lá) e o descendente (de dó a mi) tem uma distância de apenas 8 semitons. Para os de sétima ascendente ( de dó a si) temos 11 semitons e para o de sétima descendente ( de dó a ré) apenas 10 semitons.

Fazendo a mesma análise para o intervalo de quinta temos que a distância entre o intervalo de quinta ascendente (de dó a sol) é de 7 semitons e o descendente (de dó a fá) é também de 7 semitons e por isso é chamado de quinta justa. O de oitava possui a distância de 12 semitons de dó a dó independente da direção.

É por essa razão que chamamos alguns intervalos de maiores e menores e outros de justos.

O que é Tabladura e para que serve?

Enquanto o pentagrama é um sistema que registra as alturas e ritmos da música, a tabladura ou TAB simboliza as cordas do instrumento. Então uma tabladura para violão é diferente de uma tabladura de cavaquinho ou bandolim. Apesar de seu uso no rock e música pop, a tabladura nasceu na música clássica  foi bastante comum no Barroco e Renascimento. É amplamente usado para guitarras e no caso deste instrumento possui várias técnicas como vibrato, hammer on, pull off, Bend e slide entre outros. No entanto, podemos usar a tabladura para qualquer instrumento de corda que possua as divisões bem definidas no braço do instrumento.

No caso do violão e da guitarra são seis linhas, cada uma representando uma corda sendo mostrado como o músico enxerga sua mão, ou seja de ponta cabeça. Assim, na representação gráfica, a primeira linha (de cima para baixo) representando a primeira corda e a sexta linha representando a sexta corda ficando então de cima para baixo as notas E, B, G, D, A, E como mostrado na figura abaixo.

Tabladura para guitarra mostrando as notas musicais

Tabladura paraGuitarra

Já no caso do bandolim, a afinação é diferente. Como são oito cordas, mas com afinação dupla, ou seja, na verdade cada duas cordas soam como uma única nota, temos uma tabladura de quatro linhas sendo que as duas primeiras notas do bandolim são responsáveis pela nota mi, seguindo de cima para baixo temos lá, ré e sol. Lembrando que as notas mais graves (corda com maior calibre) são representados na parte inferior da tabladura. A figura a seguir mostra a tabladura para o bandolim.

Tabladura para Bandolin

 

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Software de edição de partituras open source

Pouca gente sabe, mas há um software livre de edição musical que não perde em nada para os consagrados Sibelius e Finale. O MuseScore veio para ficar. Com versão para Windows, Mac e Linux é de fácil instalação, fácil de utilizar e mesmo as tarefas que demandam muita paciência como, por exemplo, organizar o lay out das páginas para impressão, ficaram muito fáceis. É possível conectar um teclado midi ou entrar as notas pelo teclado ou com o  mouse. Também é possível criar tabladuras para instrumentos de corda como violão, contrabaixo e até bandolim.

Há vários tutoriais na internet que ensinam o básico, mas os melhores ainda estão em inglês. Em breve lançaremos vídeos com dicas para utilizá-lo e também um curso gratuito. Aguarde e mantenha-se conectado ao nosso site.

Enquanto isso, deixo um tutorial de como instalar e o link para baixá-lo.

Link da página do MuseScore : Clique aqui para acessar a página de download

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