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O que são dominantes secundários?

dominantes secundários

dominantes secundáriosAcordes dominantes secundários são os acordes que preparam os graus diatônicos. Calma, não se desespere se não sabe o que são graus diatônicos! Os graus diatônicos de uma escala são as notas que formam a escala e estão dentro de uma mesma tonalidade. Por exemplo, se estamos em dó maior o primeiro grau da escala é dó, segundo é ré e assim sucessivamente, sendo todos naturais, já que na armadura de dó maior não há nenhum acidente. Já no tom de ré maior, as notas diatônicas são ré, mi, fá sustenido, sol, lá, si e dó sustenido. Se ficou com dúvida dá uma olhada na nossa página de dicas  sobre tonalidades (Link).

Da mesma forma que temos uma escala de notas, podemos montar uma escala de acordes dentro do campo harmônico de cada tonalidade (dê uma olhada no nosso post de campos harmônicos- Link). Para simplificar, a dominante é a quinta nota da escala ou no caso da escala de acordes é o quinto grau da escala. Em dó maior seria o sol com sétima (G7), em ré maior seria o lá com sétima (A7). Assim como a dominante prepara a tônica que é o primeiro grau da escala, os dominantes secundários são as quintas de cada acorde. Assim, no campo harmônico de dó maior para ir de C para Dm, posso preparar com o A7 que é a quinta de ré, para ir de Dm para Em, preparamos com o B7 que é a quinta de E, de Em para F preparamos com o C7 que é a quinta de F, de F para G preparamos com D7 que é quinta de G e de G para Am preparamos com E7 que é a quinta de A. O único grau da escala que não é usual prepararmos com acorde dominante secundário é o sétimo grau no caso do campo harmônico de dó maior, seria o B meio diminuto por ser um acorde instável. Além disso, sua quinta é o fá sustenido que não é diatônica do tom de dó maior.

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iconNa música saudades da Bahia de Dorival Caymmi, há alguns trechos com uma sequência de dominantes secundários. Do compasso 11 até o final do trecho abaixo temos as seguintes sequências de acordes: Gm7 preparando C7 que por sua vez prepara F7 que prepara Bb7 que prepara Eb.

 

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O que é Walking Bass?

O Walking bass também conhecido como baixo andante, é um estilo bastante utilizado no jazz que cria uma sensação de movimento, ou de caminhada na linha do baixo, e daí seu nome de baixo andante. Embora bastante utilizado no jazz este estilo de baixo já era utilizado na música clássica barroca. Mas vamos falar de atualidades e de música popular.

Vou deixar aqui uma fórmula simples postada em um dos vídeos do Prof. Nelson Faria ( Link para o vídeo) em quatro por quatro que consiste em tocar uma nota do baixo para cada tempo do compasso seguindo a seguinte sequência: Fundamental, quinta abaixo da fundamental, fundamental novamente e uma nota de passagem que pode estar um semitom acima ou abaixo da próxima nota do acorde. Não é recomendado tocar uma quinta acima da fundamental, então na impossibilidade de executar a quinta prefira manter a fundamental e depois tocar uma nota de passagem.

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Resolvi seguir a mesma sequência de acordes do Prof. Nelson em iniciando em o primeiro compasso em Mi menor, o segundo compasso em  lá com sétima em seguida Ré maior e por fim si com sétima que prepara para o acorde de mi menor repetindo o ciclo.

Ao escrever o exemplo na partitura mantive a levada do jazz que subdivide cada tempo do compasso em três destacando a última subdivisão. Para isso usei tercinas para obter o swing no playback.

 

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Aprenda a modular de um tom a outro – Fórmulas de Modulação

No nosso post anterior começamos a falar sobre modulação. Neste vamos exemplificar como a modulação de um tom para outro pode ser feita com encadeamentos de acordes de sétima da dominante onde o acorde que precede é sempre a quinta com sétima do acorde que o segue. No primeiro compasso iniciamos com C7 que é a quinta de fá, usamos então o F7 que é a quinta de Bb7 que por sua vez é a quinta de Eb7 e assim sucessivamente. Desta forma temos uma sequência que passa pelos 12 tons fechando o ciclo das modulações no acorde final de C6 (a sexta aqui é apenas um jazzístico, poderia ser o acorde maior sem problemas).

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Vale apena comentar que no quarto compasso, o acorde de Cb7 é enarmônico do acorde de B7. A mudança de notação aqui é para simplificar a notação no pentagrama conectando o lado dos bemóis ao lado dos sustenidos no ciclo das quintas. Fizemos então a ligadura dos dois acordes já que possuem o mesmo som.

A seguir compartilhamos algumas fórmulas modulantes de acordo com o intervalo formado entre as notas das duas tonalidades. Os exemplos estão na tonalidade de dó maior e logo abaixo de cada fórmula listamos a nomenclatura em graus da escala maior. Estes exemplos podem ser transpostos para as tonalidades de seu interesse.

 

Referência Bibliográfica: Jazz Harmonia. Koellretter, H.J. 1960.

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O que é Modulação?

Modulação é a mudança de tonalidade no decorrer da canção (composição). Na música clássica podemos ter uma peça pequena que começa e termina no mesmo tom, no entanto, composições mais longa podem ficar entediantes sem mudanças de tonalidades. Arnold Schoenberg, um dos mais conhecidos compositores do século XX compara a modulação com a mudança de cenário em uma peça de teatro.

A música popular pode ou não trabalhar com modulações. A parte final da música Olê Olá de Chico Buarque possui modulações cromáticas, ou seja, de meio em meio tom. A partitura a seguir exemplifica esta modulação trazendo a melodia, cifras e o baixo que marca bem as alterações nas tonalidades.

Ouça o trecho da música a seguir.

Há várias técnicas para modulações, no entanto o mais usado e considerado uma das melhores é o uso de acordes de sétima da dominante ou acordes de sétima da dominante com quinta aumentada. São usuais também os acordes de nona e de sexta da dominante. No modo menor emprega-se também frequentemente os acorde de sétima diminuta ou meio diminuta.

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Como baixar partituras e MIDI’s de domínio Público

Baixar obras em domínio público nem sempre é fácil, já que há diversas versões da mesma música e nem sempre encontramos a versão original. Para ajudar nesta busca disponibilizamos um link do site do portal domínio público. Lá você encontrará não apenas partituras e midi’s, mas também livros, teses, enfim, tudo que caiu em domínio público.

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O que são acordes SUS ou suspensos?

Acordes suspensos

Sus é a abreviação para suspenso. Um acorde suspenso não é  maior nem menor, pois a suspensão refere-se à terça. Como é a terça que caracteriza o acorde como maior ou menor, a ausência dela caracteriza um acorde suspenso. Desta forma, um Power chord que possui apenas tônica e quinta é um acorde suspenso, pois não possui a terça. No caso dos Power chords, não levam o SUS na cifra, já que são cifrados com um número 5. Assim, o Power chord de dó é C5. Os acordes que levam SUS na cifra são os que além de suspender a terça, a substitui por outra nota que pode ser a quarta (Sus 4) ou a segunda (Sus 2).

Os acordes sus4 ( Csus4)não devem ser confundidos com os acordes com quarta adicionada (C4 ou Cadd4), já quando adicionamos a quarta nos acordes com quarta adicionada não removemos a terça. Este acorde é bastante dissonante, já que a terça conflita com a quarta devido a separação de um semitom entre elas.

Veja o vídeo abaixo para mais informações!
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Entendendo o sistema CAGED

CAGED é a abreviação para os acordes de dó (C ), lá (A), sol(G), mi (E) e ré (D). Na verdade, indicam cinco configurações diferentes para qualquer acorde no braço do violão ou guitarra. O acorde de dó maior é a primeira delas. Quando feito a partir da primeira casa vai soar como dó maior, no entanto, se colocamos uma pestana ou um capotraste no braço do instrumento prendendo todas as cordas no primeiro traste (ou casa), temos o acorde de dó sustenido maior e quando “escorregamos”  de traste em traste alteramos o acorde de meio em meio tom.

O mesmo vale para a configuração de lá maior que quando movida três trastes acima produz o mesmo acorde de dó maior. A configuração em Mi (E) feita a partir do primeiro traste produz o acorde de mi maior, mas se movida sete trastes acima formará o mesmo acorde de dó maior com pestana na casa oito.

As figuras a seguir mostram exemplos das cinco configurações ou cinco fôrmas.

Exemplo do sistema CAGED nas configurações de C e A

Na primeira figura temos os acordes de  dó maior (C) e lá maior (A) como referência. Movendo o acorde de C duas casas ou um tom acima, formamos o acorde de ré maior e movendo mais um tom ou duas casas acima temos o acorde de mi maior (E). A p´roxima fôrma é o A, então, movendo o acorde de lá maior (A) meio tom acima temos o acorde de Si maior (B) e movendo mais meio tom temos o acorde de dó maior. Podemos repetir este procedimento para todos os trastes do violão ou da guitarra.

Exemplo nas configurações de G, E e D.

No caso do acorde de sol (G) há algumas variações possíveis para facilitar sua digitação, porém, ele segue a mesma regra. a figura acima mostra os acordes de lá maior (A) feito usando a fôrma de G. Na sequência temos o acorde de sol maior (G) na fôrma de mi e o acorde de mi maior (E) na forma de D.

O mesmo vale para todas as variações dos acordes. Assim, um acorde de lá menor segue a configuração (A) na posição menor, produzindo lá sustenido menor ou si bemol menor com pestana na primeira casa e dó menor com pestana na terceira.

O vídeo a seguir exemplifica o uso do sistema CAGED para o acorde de dó maior.

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Entenda os campos harmônicos menores

Já falamos aqui sobre os campos harmônicos maiores e de que forma estes acordes podem ser utilizados em uma determinada música. Hoje voltaremos nossa atenção para os campos harmônicos menores. Se nos campos harmônicos maiores construímos uma escala de acordes nas tonalidades menores temos mais diversidade uma vez que temos não apenas uma escala, mas pelo menos três mais conhecidas: menor natural, menor harmônica e menor melódica.

O estudo dos campos harmônicos e das escalas é bastante extenso, já que cada escala gera seu próprio campo harmônico, isso sem falar nos modos em cada escala. Quando trabalhamos com as escalas menores, usamos as escalas maiores homônimas (de mesmo nome) para nos referenciar. Assim, se a escala de A maior é formada pelas notas A, B, C#, E, F#, G# e B, nos indicamos cada nota como sendo um grau da escala ou I, II, III, IV, V, VI e VII. Assim fica fácil transpor os acordes em cada tonalidade. Nosso exemplo utiliza a escala de lá maior e menor.

As escalas de lá menor natural é  relativa da escala  de dó maior e  porisso também é chamada de modo eólico da escala de dó maior. Nesta escala não há nenhum acidente, assim como na escala de dó maior. Então quando comparamos a escala de lá menor natural com sua homônima maior vemos que o terceiro, o sexto e o sétimo grau estão abaixados em um semitom. Sua representação genérica então é: I, II, IIIb, IV, V, VIb e VIb. Ou para o caso específico de lá menor natural temos: A, B, C, D, E, F e G. Os acordes de seu campo harmônico serão construídos sobrepondo estas notas em terças. Você pode ver esta formação na figura abaixo que nos leva aos acordes de Am7, B75b ou Bɸ (meio diminuto), C7M, Dm7, Em7, F7M e G7. Isso significa que todos estes acordes podem ser usados em uma melodia na tonalidade de lá menor, respeitando claro, o movimento melódico. E mais, isso significa que qualquer um destes acordes combinam com a escala de lá menor natural o que me deixa tranquilo para improvisar usando esta escala quando a progressão harmônica passa por estes acordes.

Como temos outras duas escalas a menor harmônica (A, B, C, D, E, F e G#) e menor melódica (A, B, C, D, E, F# e G#) formamos acordes adicionais que podem ser utilizados se a melodia assim permitir. Na escala menor harmônica apenas o terceiro e o sexto grau é baixado de um semitom enquanto que o sétimo grau permanece como na escala maior, já a escala menor melódica apenas o terceiro grau que é característico de qualquer escala menor. O sexto e o sétimo grau permanecem como na escala maior. Isso nos leva a novos acordes.

Desta forma o campo harmônico da escala menor harmônica é Im7M, IIɸ, IIIb7M5#, IVm7, V7, VIb7M e VII dim. No caso de lá menor harmônico temos: Am7M, Bɸ, C7M5#, Dm7, E7, F7M e G#dim.

Já o campo harmônico da escala menor melódica fica: Im7M, IIm7, IIIb7M5#, IV7, V7, VIɸ e VIIɸ. Ou para lá menor melódico: Am7M, Bm7, C7M5#, D7, E7, F#ɸ, e G#ɸ.

Campos harmonicos menores

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O que é Tabladura e para que serve?

Enquanto o pentagrama é um sistema que registra as alturas e ritmos da música, a tabladura ou TAB simboliza as cordas do instrumento. Então uma tabladura para violão é diferente de uma tabladura de cavaquinho ou bandolim. Apesar de seu uso no rock e música pop, a tabladura nasceu na música clássica  foi bastante comum no Barroco e Renascimento. É amplamente usado para guitarras e no caso deste instrumento possui várias técnicas como vibrato, hammer on, pull off, Bend e slide entre outros. No entanto, podemos usar a tabladura para qualquer instrumento de corda que possua as divisões bem definidas no braço do instrumento.

No caso do violão e da guitarra são seis linhas, cada uma representando uma corda sendo mostrado como o músico enxerga sua mão, ou seja de ponta cabeça. Assim, na representação gráfica, a primeira linha (de cima para baixo) representando a primeira corda e a sexta linha representando a sexta corda ficando então de cima para baixo as notas E, B, G, D, A, E como mostrado na figura abaixo.

Tabladura para guitarra mostrando as notas musicais

Tabladura paraGuitarra

Já no caso do bandolim, a afinação é diferente. Como são oito cordas, mas com afinação dupla, ou seja, na verdade cada duas cordas soam como uma única nota, temos uma tabladura de quatro linhas sendo que as duas primeiras notas do bandolim são responsáveis pela nota mi, seguindo de cima para baixo temos lá, ré e sol. Lembrando que as notas mais graves (corda com maior calibre) são representados na parte inferior da tabladura. A figura a seguir mostra a tabladura para o bandolim.

Tabladura para Bandolin

 

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