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Posts por nevesf

Vale a pena fazer cursos de música online?

Vale a pena estudar música online?

Esta é uma pergunta que muita gente se faz com tantas possibilidades e promessas de cursos na internet. A resposta é depende! Mas depende do que? Bom, se você é um iniciante, nunca tocou um instrumento, talvez seja interessante começar com um professor que está do seu lado e que vai te dar todas as dicas sobre o instrumento, como tirar o melhor som, etc. É claro que há pessoas que são autodidatas natas e possuem um ouvido fenomenal e conseguem aproveitar bem o curso.

Agora, na minha avaliação o que faz a diferença em um curso, não é se ele é online ou não, mas a didática do instrutor.  Com a tecnologia que temos hoje não há desculpas para não aprender por não ter tempo ou não ter um instrutor por perto. Para quem já conhece música, ou já toca um instrumento os benefícios dos cursos online são muito maiores, mas mesmo iniciantes podem aproveitar bem as oportunidades. Há sempre quem vai criticar ou elogiar. O curso online não exclui o professor, mas complementa.

Que tal, por exemplo, fazer um curso de música com os professores de uma das mais renomadas universidades dos Estados Unidos? E se eu te disser que o curso é grátis? Estou falando de Berklee , Universidade da Califórnia. Com o crescimento das plataformas online, várias universidades estão disponibilizando cursos online gratuitos. É claro que você precisa saber inglês para assistir os vídeos da maioria dos cursos, mas uma coisa legal é que a maioria tem legendas (em geral em inglês e espanhol), mas dá pra dar uma pausadinha no vídeo e buscar uma ou outra palavra no dicionário para quem não é fluente na língua.

Um exemplo bem legal é a plataforma de cursos online Coursera . Através dela são disponibilizados cursos de diversas áreas inclusive de música. A grande maioria dos cursos é disponibilizada gratuitamente. Agora, se você quiser obter um certificado, daí sim, você paga pelo curso, mas pode assistir todas as aulas como ouvinte, o que é fantástico para quem não se importa com obter o certificado, mas quer aumentar seus conhecimentos. Além dos cursos gratuitos,  há também outros  mais avançados e estes sim, são pagos.

Pra quem se interessa em outros assuntos e não somente em música vai encontrar cursos de todas as áreas do conhecimento.

Outro ponto positivo nestas plataformas é que se você comprou um curso, mas não era exatamente o que queria e por algum motivo não atendeu às expectativas da compra você tem um prazo para devolver o curso e pedir reembolso. Uma vez que você compra o curso terá sempre acesso ao conteúdo, mesmo se o instrutor decidir tirá-lo do ar, você continuará tendo acesso. Além disso, há uma dinâmica de avaliação dos cursos que fica pública e é feita pelos próprios alunos.

Está esperando o que? Clica logo nos links e comece a explorar este universo do conhecimento musical.

Deixo alguns links abaixo e sugiro que dê uma navegada em nossa área de cursos onlines.

Alguns cursos de música  da plataforma Coursera:

Fundamentals of Music Theory – The University of Edinburgh 
Introduccion a la guitarra- Berklee
iconComposición de canciones – Berklee
iconIntroduction to Classical Music – Yale University
iconEl músico Moderno – Specialization – Berklee
iconIntroducción a la Producción de Música – Berklee
iconFundamentals of Rehearsing Music Ensembles- The university of North Carolina at Chapel Hill
iconWrite Like Mozart: An Introduction to Classical Music Composition- National University of Singapore
iconCreating Synthesizer Sounds for Electronic Music (Project-Centered Course)- Berklee
iconDesarrollando tu musicalidad -Berklee
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Outra plataforma muito interessante e com diversos cursos de música inclusive em português é a Udemy. Aqui qualquer pessoa pode se tornar um instrutor, então músicos do mundo todo podem publicar seus cursos gratuitos ou pagos. O mais legal é poder contar com o instrutor que responderá suas dúvidas, se você enviá-las, é claro.  Nesta plataforma os cursos de música estão organizados por temas sendo eles : instrumentos, produção, fundamentos da música, canto, técnicas musicais, softwares de música e outros.

Separei alguns cursos de música da Plataforma Udemy além dos que você já encontra em nosso site:

Alguns cursos de música na plataforma Udemy

Curso de violão Popular – O clube do Músico
Explosão Pentatônica- Marcos Annuseck
Curso de Pìano Completo para iniciantes – Luciano Alves
ABC do Violão – Ronaldo Camilo
Pro tools- Português BR – Vinícius B.B. Silva
Tecnologia MIDI em Portugês – Marcus Padrini
Como construir Acordes- Fernando Neves
Curso Vocal: Método de canto completo para melhorar a voz – André Fantom
Curso básico de edição de áudio – André Rossiter
Curso Adobe Audition CC – Veja e Aprenda Treinamentos em softwares
Curso básico de edição de partitura usano o Musescore- Fernando Neves
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O que é série Harmônica na música?

Qual a diferença entre ouvir uma boa música e ouvir outros tipos de som? Uma sirene, por exemplo, ou o choro de uma criança. Por que a música agrada aos ouvidos enquanto outros tipos de som provocam irritação? Por que a combinação de alguns sons agradam aos ouvidos e outros não?

Tudo isso tem a ver com a física do som, ou seja, a forma como as ondas sonoras vibram deslocando o ar e formando ruídos ou notas musicais. A acústica é o ramo da física que estuda os fenômenos do som e harmonia é uma das matérias que trabalha com a combinação das notas musicais de forma a usar as combinações que agradam ao ouvinte.

Qualquer som, seja ele um ruído ou uma nota musical, é produzido pela vibração do ar. Ao tocarmos, por exemplo, uma corda do violão, ele produções vibrações no ar que se repetem. É mais ou menos a mesma situação quando jogamos uma pedra na água e vemos a formação de ondas que se propagam. No nosso caso, nosso meio não é a água, mas o ar. Todo som vibra a uma determinada frequência. Mas o que é frequência? É o número de vezes que uma determinada onda sonora se repete por segundo. Cada ciclo por segundo é chamado de Hertz em homenagem ao físico alemão Heinrich Rudolf Hertz que deu grandes contribuições científicas na área do eletromagnetismo.

Os seres humanos ouvem frequências que vão de 20 a 20.000 Hz (ou 20 kHz = 20.000 Hz).  Bebês chegam a ouvir até 20 kHz, mas à medida que nos tornamos adultos vamos perdendo a habilidade de ouvir frequências mais elevadas. Isso explica o uso de alguns toques de celular em altas frequências impossíveis de serem ouvidas pelo professor, mas facilmente ouvidas pelos adolescentes (Ah, e pelos cães também).

A nota lá do diapasão está na frequência de 440 Hz porque produz um vibração no ar de 440 vezes por segundo. A série harmônica é formada pela sucessão de notas que possuem frequências múltiplas. Se tomarmos o a nota lá do diapasão com frequência de 440 Hz teremos as seguintes frequências múltiplas a ela : 110 Hz, 220 Hz (dobro da fundamental), 330 Hz (triplo da fundamental), 440 Hz (quatro vezes a fundamental, que é nosso lá), 550 Hz (cinco vezes a fundamental), e assim até o infinito. Então a série harmônica é uma série de frequências múltiplas (ou notas notas musicais) infinta.

Mas o que há de especial com estas notas? Quando tocamos a corda do violão, a nota produzida não é apenas a fundamental, ou seja, no caso da nota lá, outras notas vão soar juntamente com ela reforçando e criando uma sensação de preenchimento que agrada aos ouvidos.

A primeira pessoa que percebeu esta relação entre os harmônicos nas notas musicais foi Pitágoras, na Grécia antiga. Sim, é o mesmo cara do teorema, mas isso já é outra história.

Pitágoras percebeu que ao esticar uma corda o seu som variava em função da tensão aplicada, espessura da corda e o seu tamanho.  Então ele começou a fazer experimentos com uma corda esticada e percebeu que se ele a dividisse no meio, ou seja, se tivesse uma corda com exatamente a metade da primeira o som emitido parecia ser o mesmo, mas era mais agudo. Pitágoras estava descobrindo o conceito de oitava. Ele fez outros experimentos, dividindo a corda em 3 partes, 4 partes e cinco partes e percebeu que havia uma consonância entre os sons, ou seja, se combinados eles agradavam aos ouvidos.

Uma forma de verificar o experimento de Pitágoras é medir o comprimento de uma corda do violão com uma fita métrica. Se você fizer isso, vai perceber que a metade entre as extremidades da corda é exatamente a casa 12, que é a oitava da nota solta. Ou seja, se tocamos a nota lá solta e depois pressionamos na casa 12 temos o lá em 440 Hz para a corda solta e o lá em 880 Hz para a corda pressionada na casa 12. Podemos verificar a frequência da nota instalando no celular um aplicativo de afinação que mostra a nota e sua frequência.

Se agora dividimos a corda em três partes, vamos pressionar a casa 7 que é a nota mi que é ouvida quando os outros 2/3 da corda está vibrando. Sabemos que a nota mi é a quinta nota da escala de lá maior e a frequência do mi é 330 Hz que é múltipla de 440 Hz.

Vamos montar em uma tabela os harmônicos e suas respectivas notas:

  1. 110 Hz – A1
  2. 220 Hz – A2 (oitava justa)
  3. 330 Hz – E3 (quinta justa)
  4. 440 Hz – A3 (oitava)
  5. 550 Hz – C#4 (terça maior)
  6. 660 Hz – E4 (quinta justa)
  7. 770 Hz – G4 (sétima menor)
  8. 880 Hz – A4 (oitava)
  9. 990 Hz – B4 (segunda maior)
  10. 1100 Hz – C#5 (quinta justa)
  11. 1210 Hz – D# (4 aumentada)
  12. 1320 hz – E5 (quinta justa)
  13. 1430 Hz – F#5 (sexta maior)
  14. 1540 Hz – G5 (quinta justa)
  15. 1650 Hz – G#5 (sétima maior)
  16. 1760 Hz – A5 (oitava)

Nossa série harmônica então fica: 1,8,5,8,3,5,7,8,2,5,4,5,6,5,7,….

Desta forma, podemos montar nossa série harmônica em qualquer escala. Na escala de dó maior ficaria: C, C, G, C, E, G, Bb, etc.

Com isso podemos definir o que é consonância e o que é dissonância.  Consonância são sons que melhor combinam criando uma sensação agradável ao ouvi-los e são formados pelos intervalos mais próximos à fundamental enquanto dissonância são sons que criam um choque ou uma tensão ao serem ouvidos e estão mais afastados da fundamental quando consideramos uma série de frequências múltiplas.

Mas pra que serve isso? Além de nos ajudar a entender as relações harmônicas e a formação dos acordes, se levamos em consideração as consonâncias e dissonâncias podemos usá-las para transmitir as emoções que desejamos em nossa composição. Vamos usar alguns exemplos: Em uma música composta para canto coral, o que se deseja é uma maior consonância entre as vozes, então ao compor um arranjo que prioriza consonâncias, ou seja, terças, quintas, oitavas e sextas entre as vozes, teremos uma música que ao ser ouvida será facilmente assimilada e considerada agradável. Agora imagine que estamos compondo uma trilha sonora para um filme de suspense e o que queremos é criar uma tensão, criar um ambiente mais sombrio, então fazemos uso das dissonâncias. A bossa nova e o jazz são exemplos de gêneros musicais em que o uso das tensões são usados para enriquecer a harmonia e criar variações que aos serem resolvidas nas consonâncias enriquecem a composição. Enfim, não há certo ou errado. Tudo depende do resultado final que se quer.  Outro ponto importante ao se falar de série harmônica é o seu papel na definição do timbre de um instrumento. Quanto mais harmônicos são gerados, mais encorpado e rico é o som.

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Como compor arranjo para coral em quatro vozes Amazing Grace

Vamos falar hoje sobre um tema muito interessante e útil para qualquer gênero musical: o canto coral. Quando vamos fazer um arranjo para vozes é preciso estar atento a algumas regras de vital importância.
A primeira delas é a extensão das vozes. Um coro de quatro vozes em geral é composto por soprano, contralto tenor e baixo. Cada indivíduo tem sua própria extensão sendo que alguns conseguem cantar notas mais agudas e outras notas mais graves. Desta forma, se é um coral profissional com cantores em diversas extensões, é possível explorar mais estas variações, mas se é um coral em que as pessoas não são profissionais, um arranjo muito complexo trará dificuldades para o grupo e muitas vezes não trará o resultado esperado na performance.
A segunda regra é estar atento às pausas necessárias para a respiração. Um conjunto de notas longas muito próximas sem uma pausa para respirar compromete a performance do coro.
A terceira regra é estabelecer a harmonia da música, isto é, os acordes. A harmonia pode ser clássica, sem muitas tensões (muito comum na música sacra) ou com variações e tensões e estilo mais moderno. Se haverá um instrumento acompanhando, as tensões podem ficar a cargo dele. Trabalhar com notas de tensão nas vozes traz uma complexidade adicional e nem sempre o resultado é o que esperamos. Simplicidade facilita a composição e a performance.
Quarta regra: Use a teoria do contraponto para escolher as notas disponíveis para cada voz. Intervalos de terça, quinta, sexta e oitava. No contraponto as quartas são consideradas dissonâncias, mas já foram consideradas consonâncias, então em alguns casos ela combina bem. Já as dissonâncias que são os intervalos de sétima, segunda e qualquer intervalo diminuto ou aumentado devem ser evitadas na composição. Desta forma, uma das possibilidades é considerar uma das vozes ( em geral a melodia) como cantus firmus e compor as demais com base nela. Eu acho interessante basear por exemplo, o contralto na melodia que é cantada pelo soprano, depois usar o contralto como cantus firmus e compor o tenor. Já o baixo, é interessante manter as notas mais graves da harmonia. Todas as regras do contraponto clássico podem ser usadas nesta etapa e trazem bons resultados.
Quinta regra: Verifique se alguma voz não está chocando com o acorde dado pela harmonia ou se não está chocando com outras vozes criando dissonâncias. Ao ouvir dissonâncias nosso ouvido irá perceber que algo não está combinando. Se isso ocorrer, revise novamente.
Sexta regra: Evite movimentos bruscos, ou seja, não crie saltos nas vozes. É claro que às vezes queremos criar saltos de propósito, mas fazer disso uma regra e todo tempo pode não agradar ao ouvinte. É importante cantar a composição para cada voz. Lembre-se que alguém terá que cantar a sua composição e quanto mais coerente e de fácil memorização ela for, melhor o resultado.
Como exemplo, trabalhamos a música sacra Amazing Grace, composta originalmente por John Newton no século XVIII (publicado em 1779) e depois gravada por Elvis Presley (veja o vídeo).

Adaptamos a harmonia  com algumas tensões para serem tocadas ao piano e abrimos em quatro vozes. Para este exemplo, optamos por um arranjo bem simples e com a mesma métrica para todas as notas.

A figura a seguir mostra a melodia e sua respectiva harmonia.

No compasso 8 criamos uma passagem com um acorde diminuto para ser tocado ao piano enquanto as vozes descansam.

A partir desta harmonia, usamos a melodia na voz soprano e as notas dos acordes no baixo. O contralto foi criado a partir do soprano usando apenas consonâncias e o tenor por sua vez foi escrito a partir do contralto usando também consonâncias. O resultado é mostrado na figura a seguir, sendo que abaixo de cada nota está escrito o intervalo usado.

 

No primeiro compasso temos sol e dó como notas da melodia escritas para o soprano. Na linha do contralto temos sexta e terça formando mi que é a sexta e sol e mi novamente que é a terça de dó. Assim, o contralto canta na mesma métrica, porém canta a mesma nota no primeiro compasso. Já o tenor canta dó e dó formando sextas com a nota dó do contralto e neste compasso fazem movimentos paralelos.

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O que são dominantes secundários?

dominantes secundários

dominantes secundáriosAcordes dominantes secundários são os acordes que preparam os graus diatônicos. Calma, não se desespere se não sabe o que são graus diatônicos! Os graus diatônicos de uma escala são as notas que formam a escala e estão dentro de uma mesma tonalidade. Por exemplo, se estamos em dó maior o primeiro grau da escala é dó, segundo é ré e assim sucessivamente, sendo todos naturais, já que na armadura de dó maior não há nenhum acidente. Já no tom de ré maior, as notas diatônicas são ré, mi, fá sustenido, sol, lá, si e dó sustenido. Se ficou com dúvida dá uma olhada na nossa página de dicas  sobre tonalidades (Link).

Da mesma forma que temos uma escala de notas, podemos montar uma escala de acordes dentro do campo harmônico de cada tonalidade (dê uma olhada no nosso post de campos harmônicos- Link). Para simplificar, a dominante é a quinta nota da escala ou no caso da escala de acordes é o quinto grau da escala. Em dó maior seria o sol com sétima (G7), em ré maior seria o lá com sétima (A7). Assim como a dominante prepara a tônica que é o primeiro grau da escala, os dominantes secundários são as quintas de cada acorde. Assim, no campo harmônico de dó maior para ir de C para Dm, posso preparar com o A7 que é a quinta de ré, para ir de Dm para Em, preparamos com o B7 que é a quinta de E, de Em para F preparamos com o C7 que é a quinta de F, de F para G preparamos com D7 que é quinta de G e de G para Am preparamos com E7 que é a quinta de A. O único grau da escala que não é usual prepararmos com acorde dominante secundário é o sétimo grau no caso do campo harmônico de dó maior, seria o B meio diminuto por ser um acorde instável. Além disso, sua quinta é o fá sustenido que não é diatônica do tom de dó maior.

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iconNa música saudades da Bahia de Dorival Caymmi, há alguns trechos com uma sequência de dominantes secundários. Do compasso 11 até o final do trecho abaixo temos as seguintes sequências de acordes: Gm7 preparando C7 que por sua vez prepara F7 que prepara Bb7 que prepara Eb.

 

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O que é Walking Bass?

O Walking bass também conhecido como baixo andante, é um estilo bastante utilizado no jazz que cria uma sensação de movimento, ou de caminhada na linha do baixo, e daí seu nome de baixo andante. Embora bastante utilizado no jazz este estilo de baixo já era utilizado na música clássica barroca. Mas vamos falar de atualidades e de música popular.

Vou deixar aqui uma fórmula simples postada em um dos vídeos do Prof. Nelson Faria ( Link para o vídeo) em quatro por quatro que consiste em tocar uma nota do baixo para cada tempo do compasso seguindo a seguinte sequência: Fundamental, quinta abaixo da fundamental, fundamental novamente e uma nota de passagem que pode estar um semitom acima ou abaixo da próxima nota do acorde. Não é recomendado tocar uma quinta acima da fundamental, então na impossibilidade de executar a quinta prefira manter a fundamental e depois tocar uma nota de passagem.

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Resolvi seguir a mesma sequência de acordes do Prof. Nelson em iniciando em o primeiro compasso em Mi menor, o segundo compasso em  lá com sétima em seguida Ré maior e por fim si com sétima que prepara para o acorde de mi menor repetindo o ciclo.

Ao escrever o exemplo na partitura mantive a levada do jazz que subdivide cada tempo do compasso em três destacando a última subdivisão. Para isso usei tercinas para obter o swing no playback.

 

Veja alguns livros para Kindle sobre este assunto.

Aprenda a modular de um tom a outro – Fórmulas de Modulação

No nosso post anterior começamos a falar sobre modulação. Neste vamos exemplificar como a modulação de um tom para outro pode ser feita com encadeamentos de acordes de sétima da dominante onde o acorde que precede é sempre a quinta com sétima do acorde que o segue. No primeiro compasso iniciamos com C7 que é a quinta de fá, usamos então o F7 que é a quinta de Bb7 que por sua vez é a quinta de Eb7 e assim sucessivamente. Desta forma temos uma sequência que passa pelos 12 tons fechando o ciclo das modulações no acorde final de C6 (a sexta aqui é apenas um jazzístico, poderia ser o acorde maior sem problemas).

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Vale apena comentar que no quarto compasso, o acorde de Cb7 é enarmônico do acorde de B7. A mudança de notação aqui é para simplificar a notação no pentagrama conectando o lado dos bemóis ao lado dos sustenidos no ciclo das quintas. Fizemos então a ligadura dos dois acordes já que possuem o mesmo som.

A seguir compartilhamos algumas fórmulas modulantes de acordo com o intervalo formado entre as notas das duas tonalidades. Os exemplos estão na tonalidade de dó maior e logo abaixo de cada fórmula listamos a nomenclatura em graus da escala maior. Estes exemplos podem ser transpostos para as tonalidades de seu interesse.

 

Referência Bibliográfica: Jazz Harmonia. Koellretter, H.J. 1960.

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O que é Modulação?

Modulação é a mudança de tonalidade no decorrer da canção (composição). Na música clássica podemos ter uma peça pequena que começa e termina no mesmo tom, no entanto, composições mais longa podem ficar entediantes sem mudanças de tonalidades. Arnold Schoenberg, um dos mais conhecidos compositores do século XX compara a modulação com a mudança de cenário em uma peça de teatro.

A música popular pode ou não trabalhar com modulações. A parte final da música Olê Olá de Chico Buarque possui modulações cromáticas, ou seja, de meio em meio tom. A partitura a seguir exemplifica esta modulação trazendo a melodia, cifras e o baixo que marca bem as alterações nas tonalidades.

Ouça o trecho da música a seguir.

Há várias técnicas para modulações, no entanto o mais usado e considerado uma das melhores é o uso de acordes de sétima da dominante ou acordes de sétima da dominante com quinta aumentada. São usuais também os acordes de nona e de sexta da dominante. No modo menor emprega-se também frequentemente os acorde de sétima diminuta ou meio diminuta.

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O que é Timbre?

Um dos significados da palavra timbre é originária do francês e significa carimbo ou marca. Na música, pode significar um tipo de instrumento de percussão antigo ou ainda a pele de baixo de um tambor. Na composição, timbre tem mais o sentido de marca, pois caracteriza o som de um instrumento ou voz ainda que esteja emitindo a nota na mesma frequência de outro.

Quando tocamos a nota lá logo após o dó central no piano temos uma nota que está vibrando a uma frequência de 440 Hz. Podemos tocar a mesma nota, na mesma frequência no violão, violino, podemos cantar na mesma frequência, mas o som produzido em cada situação terá uma característica diferente, é como  falar em cor do som, ou um brilho que difere cada instrumento ainda que estejam tocando a mesma nota.

A maneira mais fácil de visualizar estas diferenças é obaserva o desenho ou gráfico formado no fonograma ao se gravar a mesma nota em diferentes instrumentos.

Desta forma, é o timbre do instrumento é a sua marca, ou seu DNA. São estas diferenças que enriquecem a composição e possibilitam a riqueza de sons em uma banda, coral ou orquestra.

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